quarta-feira, 19 de junho de 2013

@ kidzania

Desde há alguns anos, não muitos, a esta parte, que assim que as princesas entram de férias, Kidzania com elas. Ou melhor, conosco.
Até hoje, era relativamente "fácil" a vinda, pois os bilhetes eram oferecidos pela empresa onde trabalhei, que é sponsor aqui do tasco. [Quando a empresa me dispensou, essa foi a grande questão das princesas - "então e agora? Já não vamos mais à Kidzania?"[
Este ano, pela primeira vez, a coisa correu diferente e a sponsor fui eu mesma. Sim, o anos passado ainda consegui umas entradas. Not too bad.
Mas estava prometido que cá viriamos todos os anos, desde que as aulas terminassem, e terminassem bem, por isso, cá estamos.
Bem sei que é um luxo, sem dúvida. No meu caso de adulto, pago [e pode-se dizer que bem], para estar ao computador, a ler, a ver TV, a passear, um dia inteiro. Mas tenho de cá estar e vale a pena.
A alegria, a excitação, as ideias a fervilhar, são de tal ordem, que até chega a cheirar a esturro dos neurónios tanto trabalharem. Como vão ganhar mais dinheiro; onde vão almoçar para não gastarem tanto; terem de ir ao MB levantar dinheiro para o almoço; etc, etc, etc. 
A mim, vêem visitar-me quase de  5 em 5  minutos. Entram porta dentro, já a transmitirem onde vão, de onde vieram, etc. Já tentei explicar que não precisam andar sempre a dar essa satisfação, mas a vontade de transmitir a alegria no que estão a fazer, é tal, que não adianta.
Fazem-me o almoço também. Hoje, tive direito a wrap de atum. Bom, por sinal.
Aqui estamos nós, em mais um ano, a tentar aprender um pouco mais sobre o que é a vida. O ter de trabalhar e ganhar dinheiro para se conseguir comprar comida, educação, saúde,  lazer e etc.
E porque a vida no real, é mesmo assim, este local é de tal forma fabulosamente inventado, que é uma grande alegria ainda conseguir ter capacidad€ de cá vir com as princesas [e neste caso, mais uma amiga], para as orientar a "Prepararem-se para um mundo melhor"

terça-feira, 18 de junho de 2013

lá fora, cá dentro

Lá fora, chove, está frio e faz muito vento. As alfaces, os tomateiros e as couves, estão a ser regadas automaticamente e a horas a que não estão habituadas. Espero que não estranhem muito nem virem "pseudo-nenúfares".
Cá dentro, joga-se

comentário fora de tempo, como o tempo

Eu, não gosto de comer sardinhas. 
Não é que não goste do sabor, até gosto, mas confesso aqui, não as sei comer e aquelas espinhas super fininhas, enfiam-se em tudo quanto é gengiva. Conclusão, não como.
mas não devem estar muito interessados nisso. Querem lá saber se eu gosto ou não de sardinhas. Também devem estar a pensar, que raio lhe deu agora.
Pois bem, o meu comentário, com alguma indignação, é sobre o preço da sardinha. Fui, com quem gosta de sardinhas, comer umas [não, eu não comi. não sei se já vos disse, eu não gosto de sardinhas. não é não gostar, é] a um pequeno arraial aqui perto de casa. Daqueles tipo comissão de moradores que se juntam e organizam o arraial. Ou ao estilo associação recreativa do local. Bem, seja o que for, as pessoas t~em muito trabalho, etc e tal. Mas pedirem 1,50€ por uma sardinha, eu fiquei um pouco para o engasgada.
Afinal, qual o custo por sardinha que roda aí pelo país?

quarta-feira, 12 de junho de 2013

a incerteza

A incerteza é a chamada treta. Neste caso falo da incerteza num futuro profissional.
Porque não há trabalho e porque o que há, as idades não correspondem à minha.
Não tarda, vou fazer 42. E sabem uma coisa que me apercebi? É que nem para lojista sirvo, pois já sou "velha". Querem malta nova, sem rugas de expressão tão pouco. E isto gera muita incerteza. O que será? O que irei fazer? Como vou arranjar como alimentar as minhas filhas?
Pois não sei. Não sei mesmo, mas fica aqui o desabafo.

terça-feira, 11 de junho de 2013

ai, ai...

ai, ai que vêm aí as férias e também já se instalou o mau tempo.
estou a ficar preocupada, pois por muito que se tente, é sempre difícil arranjar que fazer a todo o tempo, com duas crianças fechadas em casa, depois de um ano inteiro de escola. não é lá muito justo. elas merecem as férias merecidas. areia, mar, sol, jardim, parque-infantil, pic-nic, sei lá, toda uma imensidão de coisas que, com este tempo, não se proporciona muito serem feitas.
que fazer agora? 
deveria haver aqui um movimento de mães bloggers. daquelas cheias de ideias a brotar por todos os poros e  com filhos em período de férias e com mau tempo no ar.
espero que o tempo melhore muito e depressa.

domingo, 2 de junho de 2013

Som de fundo

O som das ondas e o barulho das crianças a brincar, daqui deste meu banco à sombra da natureza, dá-me uma paz de fundo.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

...

Com o amor é possível esquecer o passado e perdoar. Há algo de sublime na capacidade de dar uma segunda oportunidade. 


[cantinho]

Óh meu cantinho, que não sei por onde me tenho perdido, nem por onde tem andado minha vontade e tempo. Tempo, tanto que teria para falar sobre ele e tanta dúvida que teria para colocar sobre o mesmo.
Estás, meu cantinho, fixado na barra dos favoritos, mas teu icon tem pouco ou nada sido usado. 
Hoje, passei-lhe por cima e revi-te.
Tive de dar voltas à cabeça para relembrar a tua entrada. Assustei-me. Pensei... não. Perdi o acesso ao meu cantinho. Aquele que já me viu rir e chorar. Aquele que muitas vezes transpira palavras que não são exactamente aquelas que vão na alma, mas sim aquelas que são politicamente correctas.
Óh meu cantinho, que te tenho deixado ao abandono, sem que tenha qualquer explicação. Não, não te troquei pelo FB. Esse, também tem andado meio abandonado. Mas aí, as razões são outras. (Aquilo por ali, torna-se um meio um pouco  estranho, por vezes. Confesso-te, nem sempre tenho muita pachorra). Mas tu, não. Tu és diferente. Tu és aquele aconchego para a D. 
Aqui, tenho pessoas que não conheço, mas adoro. Pessoas que conheço e são fantásticas. E pessoas que de tanto que gosto de as ler, até parece que as conheço há anos. Claro, e também aquelas pessoas que por cá passam e nem sei quem são, nem que por cá passam.
Aqui, sou apenas a D. Desculpa cantinho, mas apesar de não andar por cá muito, nunca me esqueço que é aqui que escrevo aquilo que vai entre-linhas da vida.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

palmadinhas

Aqui, sentada na areia, observo o que me rodeia.
E as palmadinhas, continuam como dúvida há anos.
Tenho duas filhas que, como qualquer bebé e pessoa tinham de dormir.
Nunca fui de as embalar muito, nem fazer aqueles malabarismos que muitos pais fazem, para adormecer as crias. Tentem e fiz, desde sempre, que se habituassem a adormecer sózinhas. Resultou, optimo. Nada contra adormecer bebés, não. Aliás, tudo a favor. Só o que não consigo perceber, é porquê e para quê, algumas pessoas têm a mania de dar palmadinhas no rabiosque dos bebés.
Mas quem é que raio gosta de estar a tentar adormecer, relaxado e descontraido e de uma forma sincopada levar pequenos abanões no rabiosque.
P'a-mor-de-deus. Eu se fosse bebé, a cada palmadinha, soltava um gasinhos.
Mas isso sou eu, que tenho mau feitio.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

há resposta para tudo

Ir buscar as minhas filhas à escola e conseguir dar-lhes um acompanhamento mais presente, é uma das grandes vantagens desta minha situação. Não é comportável, mas aproveito cada segundo enquanto posso e sou obrigada a poder.
E giro que é, estar à porta da escola, à espera que as piolhas saiam e ouvir as conversas das outras crianças para os pais que os vão buscar. Penso logo "bem, afinal, não é só comigo".
As conversas são recorrentes e resumem-se a:
"Mãe, hoje posso ir a casa da..."? Muito querem estas crianças participar no convívio de casa umas das outras. 
E perante a resposta de uma mãe à sua filha: "mas hoje é terça. Dia de semana". Ouve-se a resposta "qual o problema, amanhã é quarta, dia de escola"!
Há resposta para tudo.