quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Virtude para o dia

Generosidade
"Partilho o melhor que tenho em termos de sentimentos, atitudes, recursos e talentos. 
Quanto mais dou de forma altruísta, mais a prosperidade me acompanha como uma sombra"




GenerosidadeA não esquecer, durante o dia de hoje. Manter a palavra viva na minha cabeça e nas minhas acções. Dar o melhor que tenho para dar. Meter em cada coisa que faço, o melhor que posso. Empenhar-me por fazer os outros felizes e tranquilos. 

Tudo o que dou, virá de volta em dobro.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Quando as manhãs não começam assim tão bem!

Se há coisa que me destabiliza as manhãs e por vezes, o dia, é começar logo com este turbilhão de emoções negativas e explosivas, que normalmente se traduzem em estar a ralhar e barafustar com a minha princesa.
É estilo rastilho. Basta qualquer coisa para a qual é necessário um ralhete e pronto, já não consigo parar. Vem tudo por aí fora, agarrados os temas e as conversas, como se de uma corrente se tratasse. 
Pior, não consigo parar nem por nada. No meio daquelas emoções todas ao rubro, não consigo o controlo necessário e suficiente para parar, respirar e pensar que tenho ali, também, um ser humano que precisa de ouvir tudo aquilo, mas de forma diferente e faseada.
Tudo isto estraga-me tanto os dias. Parece que sinto, mais uma ruga a formar-se e um cabelo branco a nascer.
Meu Deus. Ajuda-me. Daí-me a calma e a lucidez para saber o que dizer e quando dizer.
Meu Deus. Ajuda-me.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Oração de Amanhecer

Há dias em que acordo determinada, com vontade de resolver, de encarar, de guiar, de ser.
Há dias em que acordo cansada, frustrada e a achar que estou a criar "um monstro".
Hoje, é um destes dias. Um dos dias em que passo o dia a pedir a Deus, que me dê clareza nas ideias, determinação nos actos e inteligência para conseguir guiar este barco que, por vezes, me parece completamente à deriva.
Perdida e sem ver o rumo que esta vida que está mais ainda nas minhas mãos,  leva.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

contentamento! estranha sensação

Há quem aparente ter tudo, sim que eu não vivo dentro de cada um por isso não sei, mas nunca estão contentes. São pessoas amarguradas.
Eu, a quem me falta uma das coisas mais importantes da vida, minime, mantenho-me no contentamento.
Fico, sempre a pensar e admirar esta minha forma de ser. O que anda a deixar-me confusa e preocupada.

Estarei louca? Ou,  Serei louca?

terça-feira, 8 de agosto de 2017

está quase a chegar a hora da ansiedade colectivo-familiar

Ela, já anda ansiosa. Eu, ansiosa ando.
Mas ambas as "ansiosas" o estão, por motivos diferentes, apesar do objecto ser o mesmo. 😂
Ela, porque quer voltar para a escola, reencontrar amigos e ter os seus livros e materiais novos (só alguns, que nós aproveitamos tudo o que é possível aproveitar)
Eu, porque chega aquela altura em que se gasta rios de dinheiro em livros que, se não fosse a ganância e estupidez humana, se poderia aproveitar muitos livros de outros amigos, poupando na carteira e no ambiente. E depois também, são as encomendas que ficam "penduradas" porque falta sempre um qualquer livro.
Já não falta muito para estarmos com o tradicional "regresso às aulas".
Recomeçam as dores de cabeça.
E para vocês e para os vossos pequenos, é também uma "ansiedade-pegada"?

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Aproveitar a hora de almoço

Almoço rápido, em 20 minutos está feito.
Normalmente, nem vou dar nenhuma voltinha, nem fico na conversa. Vou logo para o meu local de trabalho.
Na maioria das vezes, começo logo a trabalhar. Ora, como assim é, a determinada altura, estou já a precisar de uma pausa. Algo de... fazer nada. Ver "cenas" na net. Notícias, os vossos blogs, etc.
Pois que agora, subo, bebo o meu café e passeio-me durante algum tempo pela net. 
Bem, quando olho o relógio o tempo já passou. Voou e tenho de voltar ao trabalho.
É o que está a acontecer agora.... bom trabalho.
Boa segunda-feira!

terça-feira, 25 de julho de 2017

Sento, respiro, espero e vivo.

Ando por cá, assim como vou vagueando pela estrada.
Ando, vejo, penso, aprendo, sorrio e emociono-me. Tal como com a vida.
Passo despercebida, ou tento, mas não o faço só para saber da vida dos outros. Não, faço-o porque muitas vezes é assim que me sinto. Tal como na vida.
Nos últimos tempos é assim a minha vida.
Ando, passo, ouço, penso no que dizem (e são tantas as opiniões, que por vezes tenho de desligar) e sigo. Temos de seguir. A vida não pára e não nos ajuda em nada tentar parar a vida.
Aqui ando. Aqui leio. Por aqui, vivo.
 
A própria vida, vai encarregar-se de se resolver.
Sento, respiro, espero e vivo.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Escondo ou não sei o meu sentir!

Já perdi o brilho. Meu olhar está baço.
Não entendo o que sinto e tenho receio do meu sentir.
As palavras jorram no pensamento, mas não fluem da caneta.
Quando se é abandonado, não pode ser o mesmo que quando se perde alguém por morte. Não pode! O que sinto, não faz sentido.
Perder alguém que é a continuação de nós, é estranho, é duro e tira-nos a noite, porém, queima a pele. Não deixa que o pensamento se prenda à perda.
O que sinto, é estranho. Não entendo. Não faz sentido.
Não se é rejeitado por um filho e não se consegue sentir nada. A não ser que, a saudade do cheiro, da fala e dos passos, do olhar e do toque, se tenham entranhado e tornado parte de mim de tal jeito, que não sinto.
Sinto-me inebriada, anestesiada.
Não defino meu sentir. Só perdida que me vejo.
Falho em tudo. Falhei em tudo. Mas, não sei como falhei.
Pensei, sonhei e quis dar-te a vida.
Dei o que podia dar, acarinhei mais do que alguma vez fui acarinhada. Chorei, ralhei, deixei de comer e vestir para te dar. E quando a uma simples pergunta de “quando vens”, a resposta é “não quero ir”, dói. Não o mereço, tenho a certeza disso.
Não. Não falhei. Algo falho, mas não eu.
E por não o merecer, nem por merecer ser mal tratada e rejeitada por ti, quando na minha presença, prefiro não ver, não falar, não pensar.
A porta está fechada, os brinquedos e as tuas coisas, todos lá dentro. E foste. E deixaste as coisas que acarinhavas e gostavas, para trás. E lá estão, à espera do dia que as voltes a abraçar.
Elas, e eu.
Não consigo desenhar mais palavras. Os meus dedos não conseguem fazer mais contornos de sentimentos.
Sinto-me vazia. Sem sentidos e sem sentir.
Mas não posso!
Tenho de lutar e manter-me viva. Afinal, também a tua "metade"de sangue, aquela que também tu deixaste para trás, precisa de mim. E agora, mais que nunca.
É estranho o vazio de sentimentos e a alienação que consigo ter, de tudo isto. De toda a situação.

O que sinto, é estranho. Não entendo. Não faz sentido.


quinta-feira, 8 de junho de 2017