quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Muito Obrigada



Muito obrigada a cada leitor que por aqui passa e que deixa o seu carinho. Mesmo a quem não deixa, leva consigo um pouco de mim. E isso é muito importante.
Já vos disse que tenho os melhores leitores do mundo? 
Não?!
Mas digo-vos agora. Tenho!

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Vocês que tudo sabem, digam-me lá por favor

O livro da dieta dos 31 dias está esgotado?
Não encontro, só vejo o das receitas. Mas primeiro preciso do outro, certo?
Digam-me mais uma vez, ou tantas quantas eu precisar de ouvir. É acessível esta dieta?
(É que ontem fui ao médico e tenho mesmo de tentar perder uns.... quase 10 kilos)
.....HeLp Meeee.....

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

*.*

Não me sinto bem. O estômago parece todo enrolado e apenas como porque tem de ser e tenho medo de vir a ter foma. A comida sabe a nada e o meu coração está apertado e choroso. Por vezes, dá a sensação que tenho o coração ao pé do estômago e tudo se mistura num mar revolto só.
O que é? Não sei, mas tenho de arranjar estratagema para passar pois isto assim não é forma de viver.

It's monday, and I'm not in love - Not

Bom dia,
Como estão neste começo de Outono? Praticamente na mesma em relação ao final do Verão. Não é?
Percebo. É como eu, ainda não percebi se estou no Ounonão ou se no Verono, mas em algo do género devo ter andado a passear nos últimos meses.
Mas o que seja, que seja bom dentro do que nos é possível.
Ainda não tinha dito que, a reunião correu. Surreal, sem dúvida, mas correu bem. Acho que sim, que realmente só comigo, mas nada como "cagar-e-andar" e pura e simplesmente tentar ser-se. E foi o que fiz.
Muito pouca falta de vontade de ir trabalhar. Não sinto afinidade ao local, o que me custa. Tenho sempre aquela triste sensação de que estão sempre a gozar, criticar, comentar. Imaginem uma parede em que, à medida que passas destacam-se pequenas caras da parede que, umas com as outras, comentam a tua passagem. É, é um pouco isto.
Queria tanto conseguir ter algo em casa que me desse o sustento necessário para mim e para as miúdas.
Mas enfim. Não posso fazer nada. Não posso reclamar. Tenho que agradecer, adaptar e chutar o que "eu acho" para trás das costas.
Boa semana, amoricos

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

anxious, nervous, "parvous"

É mais ou menos como me sinto hoje. 
Hoje é a reunião da minha filha mais nova. 
Este ano, um pouco à margem da minha vontade, mas por vontade do pai, foi para uma escola nova, onde anda o enteado do meu "eis". 
Parece que a professora é exigente, a escola é boa (claro, isto foram as infos recebidas. E como tudo o que vem daquelas bandas é que é bom...),  e como a pequena não é lá muito dada a escolas e estudos, achou-se que talvez ali pudesse ser uma mais valia.
E assim foi. Foi inscrita, começou a frequentar o ATL da escola e agora começou as aulas. 
A verdade é que a miúda anda toda contente e gosta da escola. A verdade é que eu fico feliz por isso. A verdade é que eu quero que ela se sinta bem, feliz e com vontade de aprender. Mas a verdade, também, é que não me apetecia nada ter de ir para a reunião da escola que, não conheço, ter de "levar" com a carantonha da outra. Eu não lhe devo nada, na verdade nem ela a mim, mas não me apetecia. Ainda por cima, não a conheço e vou agora ter de conhecer.
Já disse ao pai que esperava por ele, etc. Agora, acho que o sentir-me menos bem depende muito do pai e do seu "acompanhamento".
Um amigo de coração, disse para eu ser eu e ter calma, pois apenas estou a fazer e procurar querer o bem da miúda. Que se alguém tem de se "orientar" é o pai que resolveu meter-nos a tod@s nesta. Que eu sou a que menos me devo preocupar com quem está ou não.
Mas custa-me. Eu não conheço ninguém, não tenho suporte nenhum li. Não vou negar que sim, que me custa. Vamos ver como me vou sentir.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Bom dia

Hoje, quarta-feira, pode dizer-se que é o meio da semana.
Bom dia com muita alegria.


terça-feira, 16 de setembro de 2014

raios e curiscos

Éh láh! 
Esta noite é que foi. Aquilo sim, são trovões com todas as letras e "tiles". Pelo menos aqui na nossa zona. 
Eu, adoro trovoada. Pelo que acordei, ouvi e só não me levantei para ir ver, pois tinha receio de despertar muito e ser difícil adormecer de novo. Pois, mais valia ter levantado. Primeiro que voltasse a adormecer, foi um martírio. Quando finalmente consegui, toca o despertador e já nem trovoada havia.
Mas com trovoada ou sem ela. Com chuva ou sem, o que acho difícil, desejo-vos um bom dia.


Quem é que também gosta de trovoada?

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Fim-de-semana por Lisboa

Este fim-de-semana foi bem diferente. Fomos até Lisboa, ao evento dos Minis e ao arco da Praça do Comercio. E no sábado, andamos pelo mercado de Campo de Ourique. 
Bem giro e diferente que foi o nosso fim-de-semana.



 Um bocadinho da manhã de sábado, no mercado. Giro
 Evento dos minis com a mini maior a correr que nem louca no autodromo do Estoril
 Do cimo do arco!
 Um bocadinho de descanso
Arte!

Eu queria e elas mereciam.

Mais um início, mais um começo. É a semana que começa e são as aulas que regressam.
A mais velha, vai iniciar uma nova fase na sua vida, na qual o coração de mãe fica um pouco apertado. Não, não é nada do outro mundo. É apenas a entrada no 2º ciclo. Mas é diferente. Parece que deixam de ser aqueles bijous fofuskos apaparicados por todos e viram crescidos.
Teve sorte, ficou com muitas colegas na turma, inclusivé colegas que andaram na escola até aos 5 anos.
Ficou toda contente. Eu sei. E por isso, ainda bem que não entrou na outra escola. Vá lá. Ao menos esta parte foi como eu gostaria que tivesse sido.
Sim, tenho o meu coração um pouco apertado. Eu queria e elas mereciam, que eu tivesse e pudesse ir deixá-las à escola e buscá-las. As acompanhasse tal como a minha mãe me acompanhou a mim. Mas não. Não posso e elas não o têm.
Eu vi, como as minhas filhas foram felizes durante o período em que estive desempregada do trabalho mas empregada como mãe. Estava ali. Para elas. 
Eu queria e elas mereciam. Mas para minha grande infelicidade, não posso.
Que seja um grande recomeço apra todos os que hoje regressasm.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Do confiar ao correr bem, podem ir muitas horas de espera

Tudo isto se passou ontem, porém não queria escrever o texto ontem. Aqui vai.
Ontem, pela manhã chovosa que tivemos, em muito parecida à de hoje, enquanto me deslocava para o trabalho e tendo de parar numa fila de carros, veio um senhor que resolveu mbirrar  com a traseira do meu carro. Coitada da traseira, estava ali sossegada, mas deve ser bonita e o senhor, pumba. Toma lá disto. 
Saí do carro e reparei que o senhora, com ar possante, não saia. Estranhei! Fui ter com ele para saber se estava bem. Disse que sim e pediu para nos encostrarmos, escusavamos de estar a empatar o trânsito. 
Tem toda a razão e assim o fiz.
Bom, chovia que era uma coisa maluca. Lá nos encostamos e olhámos para a declaração amigável. Belo pincel, pensei eu. 
Já nem sei muito bem explicar como, lá acordámos que ao final do dia nos encotraríamos para preencher a dita declaração.
O senhor tinha um ar muito simples. Notava-se que iria para o trabalho, quem sabe alguma obra ou algo parecido. Achei que seria pessoa de confiança. Senti, sei lá. E confiei.
Trocámos números de telemóvel e combinamos hora e local.
E cada um seguiu o seu caminho.
Claro que, com o passar das horas, fui caindo mais em mim e só pensava... e se o homem me enganou! Agora é aguardar.
Chegada a hora marcada, apareci eu, o meu pai, a minha mãe e a minha filha. Coitado do homem, pensei! Ainda julga que lhe vamos dar alguma tareia. Mas a verdade é que fomos todos, por ir. Para nos acompanharmos, para sairmos e aproveitámos e bebemos um café.
O senhor chegou, vestido de toda a sua simplicidade. Vontámos ao raio da declaração amigável, a qual parece um inquérito judicial mas para formigas escreverem. Tive de preencher a parte do senhor, a seu pedido. E no final lá assinou, mas reparei que com dificuldade e com uma letra tão humilde como ele próprio.
E assim foi. O meu instinto e a situação disseram-me para confirar. Confiei e... vá lá! Tive sorte. sai-me bem. 
Ufa!