Quem me dera conseguir ser tuuudo isto e muito mais que por aqui se lê.
Mais uma vez, fantástico.
'It takes a village to raise a child' ou o oxigénio dos pais
Mas sim, considero que tenho uma tribo fabulosa. Invejável, até.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Estou p'ra ver a que horas acorda
Foi-se deitar só para descansar, eram umas 19:00.
Jantar, nem vê-lo. Agora quero ver a que horas acorda.
Jantar, nem vê-lo. Agora quero ver a que horas acorda.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
PÉROLAzinha
Carlota para a Avó:
C - népia!
A - népia?? Que é isso?
C - é calão.
A - mas tu não falas calão.
C - falo sim. Falo calanguês.
Toma!
São só pérolas esta minha filha de 5 anos.
C - népia!
A - népia?? Que é isso?
C - é calão.
A - mas tu não falas calão.
C - falo sim. Falo calanguês.
Toma!
São só pérolas esta minha filha de 5 anos.
Óh pah, socorro
Já não me bastava uma ter apanhado os malditos piolhos, a verdade é que quase todos os anos no verão apanha, agora a outra também apanhou.
Até eu já estou cheia de comichão.
Que hei-de fazer? Até parece que é falta de higiene, mas não é. São atreitas, que posso eu fazer!
só comigo
domingo, 12 de agosto de 2012
Vamos ao médico
Andando eu sempre por casa, e em modo de férias, para além do biquini, tenho uns calções com "ar mais composto" para sair.
Vida dura - casa - praia - praia - casa.
E é quase sempre esta a farda nos últimos tempos. Mais a t-shirt e as Birkenstock.
Dia de ida ao médico. Tudo a postos para sair. Todas emperaltadas e mãe com a farda.
Mais velha vai de malinha e tudo. Afinal sabe que o pai é muito provável que lá vá ter.
Princesa mais pequenina, a nossa "lagartixa", olha para a mãe e diz:
- "Mãe, não tás bonita. Tens tantos vestidos!"
Mãe, sorri. Veste um vestido, calça uma sandália e pergunta:
- "Tixa, como está a mammy?"
- Linda! Assim estás linda.
Mãe derretida. Vamos embora.
(post em atraso quase uma semana)
Fim de semana ao estilo dia dos amigos
Este fim de semana começou logo na sexta, com a visita da "maior amiga" da minha filha, como ela própria diz. Ora brincadeiras para trás, brincadeiras para a frente, lá ficaram as três a dormir em lugar de duas, com direito a sofá da sala ocupado e tudo. Maravilha. Parecia a pensão estrelinha, mas cheia de criançada alegre.
Segue-se a manhã seguinte, onde a TV não parava e lá rumámos à praia, onde se juntaram mais três, sim mais 3 crianças ao grupo. E mais uma super mãe-pai como eu e a minha amiga mãe da "maior amiga", blá, blá blá.
Seis crianças, todas de idades próximas, aos pulos e em altas construções de areia, mais mergulhos em barda e pirolitos sem parar... acreditem! É muita criança.
Os mais velhos, dois rapazes, super aplicados a tratar da cassula do grupo, em cada onda que vinha, para que ela não se atrapalhasse. Era giro de ver. Mas muita criançada junta, é barulho e falta de descanso que não há condições.
Super, era quando eles estavam entretidos. Mas o problema recorrente, é que esta malta há-de sempre arranjar problemas entre eles e zaragatas, onde o "Mãããeeeee" não para de se ouvir.
Ufa! Trabalheira.
E como não poderia deixar de ser, uma responde demais, egoísmo muito elevado, mãe passa-se, dá-lhe uma palmada, manda vestir, ruma em fúria a casa e a coisa acalma. (foi uma minha, sim. Aquela que não sabe que não se responde aos mais velhos daquela maneira, muito menos à mãe que, é mãe e pronto!)
Tudo mais calmo por estes lados. Banhos tomados, tudo cheiroso e aperaltado. Rumamos a ir buscar a amiga e sua mãe e vamos até ao concerto da noite. Alegria instalada. Nem o avô escapa ao telefone com um: "'Vô, estamos bem, mas agora não dá que vamos ao concerto".
De rumo a casa. Mammy, posso ficar eu hoje na casa da "minha melhor amiga"?
Conclusão, pensão compensada. Um dia fica uma cá, outro dia a outra lá. Com almoço e tudo.
A casa está sossegada, só eu e a princesa mais nova. Sem stress, sem barulhos. Mas sente-se a falta da agitação cansativa. Sem dúvida que sim. Mas a alegria de estar com a super amiga, é demais.
Sim, sim
E da estada na esplanada:
Dizem que as mulheres falam muito.
Sim, sim. Mas os homens a falarem, uns com os outros, são bem piores. É um tal trocar galhardetes de roupa, computadores, telefones, e sei lá, novos que acabaram de ver um ao outro.
P'amor-d'eus. Antes de falarem dos outros, olhem para vocês.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Em modo férias
Com os meus amores, as minhas filhas e na companhia de amigos à séria, assim se passam os nossos dias na doçura do convivio.
Quando alguém se apercebe que precisas de apoio, mesmo sem dizeres nada e se oferece para te ajudar Isso são amigos.
Quando alguém se apercebe que precisas de apoio, mesmo sem dizeres nada e se oferece para te ajudar Isso são amigos.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
É verdade. Filhos sonhados.
Post comprido. Não digam que não avisei.
Com a chegada das idas à praia, há sempre um livro que anda de cá para lá ou uma revista de lá para cá.
Desta vez, foi lá parar algo que já não tinha, para aí desde que a minha caçulinha tinha 1 ano.A Pais & Filhos.
Desfolhando-a, encontro um artigo que me toca. "Infertilidade: os filhos sonhados".
Também eu, ou melhor nós, na altura, passámos por esta tormenta dos filhos sonhados. Foram.. já não me recordo exactamente (acho que a nossa memória em algumas coisas é fantástica e naturalmente apaga "tempos"), mas diria que 2 anos de muito médico, muito tratamento, muita hormona, muita coisa. Cheguei, chegámos, à inseminação artificial. Não "colou" à primeira e enquanto aguardava pela 2ª, engravidámos.
Vou agora passar só para o meu relato.
Parecia um milagre no meio de tanto sofrimento, que muitas e muitas vezes passei calada. Recordo muitas vezes, a questão do aborto selectivo que tive de decidir para poder fazer a inseminação. (Caso mais que dois óvulos fossem fecundados, teriam de abortar os excedentes).
Não que não tivesse apoio, tinha bastante, mas porque não queria passar ainda mais a dor e sofrimento para alguém que sofria também, o pai. - E como este deve também ter sofrido psicologicamente com tudo isto. Era o filho que se queria, que não vinha. Eram as agulhas que tinha de espetar, que o arrepiavam. Era a minha frustração, que o abalavam. Não foram períodos fáceis para ambos. Relembro um dia em que me disse: "Estás a sofrer com tudo isto. És uma valente, que eu se calhar não aguentava. Se não tivermos filhos, não te preocupes, seremos felizes na mesma." Mas eu, como sempre, tentava demonstrar que tudo estava bem. "Não há problema - dizia - Está tudo bem!" Mas passei por momentos de vazio, dor, frustração. Sei lá.
Mas finalmente consegui. E nesse momento recordo o meu sentimento de alegria extrema, misturada com tensões e muitos medos. Quase sempre, a disfarçar tudo.
Hummm... giro ter aqui recordado e exposto algo que praticamente nunca partilhei. E momentos que nem com o pai falei. E também já não os vou partilhar.
Tudo isto para concordar que realmente os "filhos sonhados são filhos imaginados". Quem passa por estes processos sabe a fantasia toda que a frustração lhe provoca.
E por ser um sonho que começa muito antes de se concretizar, sem dúvida, sou mãe há muitos anos.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Ou já queimei ou estou para queimar o fusível
De noite, ando acordada.
De dia, tenho sono e durmo.
Isto está tudo errado, não? Bem, também não é sempre assim o passar pelas brasas durante o dia, foi hoje e poucos mais. Mas de noite! Adormecer é um instante, depois qualquer pena me faz acordar e já não consigo voltar a adormecer. Ao ponto de, outro dia o desespero era tanto, que desatei num pranto nocturno.
Ou já queimei ou estou para queimar o fusível.
(acho que começo a ficar um pouco preocupada comigo)
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