sexta-feira, 6 de julho de 2012

A minha dúvida Troikiana

O dinheiro da Troika não era suposto ser, também, para criar mais emprego. Para que possamos comprar outras coisas, ir de férias, comer fora, etc, etc e assim ajudar a fazer girar a máquinaria?
É que eu cá confesso que ainda não percebi o que fazem ou para onde é aplicado o tal dinheiro da Troika. Mas cada vez há mais desempregado, mais lojas a fechar (óbvio) e mais patrão a ajudar a limpar as suas empresas, com a desculpa da crise, mandando embora os funcionários mais antigos, logo e muitas vezes os mais caros, e ficando com os mais novos e mais baratinhos.
Não percebo nada, eu sei. É de mim.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Elogio - Dica do dia



Quem não gosta de um elogio?
O problema do ser humano, é que muitas vezes esquecer de elogiar, mas não esquecer de criticar!

Vou aproveitar esta dica e esforçar por não esquecer de elogiar cada vez mais as minhas lindas CC's.
(tenho saudades delas!!)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Summer OutFit. [a D. passou-se]

E eu que sou tão, tão da moda que até pareço um sino, também vou aqui meter o meu summer outfit.
Ah ah ah ah


E para o perfil, a que segue.

( Sou tão fashion que até tenho medo... )


sábado, 30 de junho de 2012

[dêem vocês o título]!

E quando tens a sensação de que toda a vida deixaste apenas a vida passar. Pouco fizeste para teres o que queres porque te preocupas com o que a sociedade, essa ingrata que se diz tua amiga, diz ou pensa de ti. Ou, porque na verdade, não tens definição para o que queres.
Fazes o que é aparentemente correto, para puderes fugir de algo que não te agrada, para algo que momentaneamente te parece bem.
Quando parece que tens tudo e a tua sensação é de que não gostas de nada. Quando achas que apenas o que deixaste perder, seria o que te faria sorrir. Quando não consegues gostar de ninguém, quando alguém faz muito por ti. Quando o que te apetece esforçar pelos outros é o mesmo que nada. Quando achas e sentes que não aprendes, porque a tua vida é uma sequência exata dos mesmos erros. Quando vês, estás na praia e a maré não faz sentido e a falta de sentido, não te dá ideia para o título do post.
Quando te apetece apenas, a solidão. Flashback da vida que corre? Será isso, ou sol a mais?

quinta-feira, 28 de junho de 2012

o risco de arriscar, ou não

Acabei de me inscrever num curso de formação que me vai custar as estopinhas para tirar. Não que seja transcendente, (afinal a Engª Química Industrial já cá canta, e mais um monte de formações), mas porque, confesso, não me apetece lá muito estudar, muito menos à noite, deixando em casa a minha vida.
Mas é um esforço, quer monetário quer pessoal, que vou fazer. Neste momento, se já tivesse o curso, tinha mais possibilidades de resposta a anúncios, o que não significa trabalho ou emprego, eu sei. Daqui a uma ano, não sei como será.
Mas tenho de me agarrar à máxima "o saber não ocupa lugar" e aguardemos para ver se a minha situação laboral muda ou não, pelo menos com a tal formação.
Ninguém nos consegue prever o futuro. E arriscar pode ser perigoso, mas também pode ser proveitoso.
Vamos ver. 
Que eu arranje forças para levar o curso em frente; que o valor monetário que vou pagar não me/nos faça falta; que os meus aguentem a ajuda que têm de me dar e que no final, todos possamos ser felizes.
E é isto que por hoje me vai atormentando.

terça-feira, 26 de junho de 2012

quando começo a inventar

é o que dá!
Quem me manda guardar um resto de sangria da festa, dentro de uma garrafa de coca-cola, e sem lhe retirar   o rótulo?
Conclusão, bebi quase o copo todo de sangria de um trago.
Caramba. Mania das poupanças.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

41, pode ser um qualquer número. Ou não!

41 é um número como outro qualquer. Ou não, pois 41 é a idade que hoje faço. 41, é um acumular de recordações que fazem a minha vida
E lembro-me sempre de tanta coisa nestes dias. 
Lembro-me de quando dancei foclore na primária com um colega que rodava quase com os pés no ar agarrado ao meu braço; lembro-me muitas vezes da minha primeira professora de piano, que foi uma pessoa extraordinária e que me marcou (ela e o seu cão mini); lembro-me de quando fui ao jardim zoológico e não era nada do que é hoje em dia; lembro-me dos passeios de final de ano, a Évora e principalmente no final do 9º ano, a São Tiago de Compostela; lembro-me de subir ao monte de terra e cantar bem alto as músicas das Doce, com a minha companheira e amiga; lembro-me do primeiro dinheiro que ganhei. Era miúda e foi a cantar (não, não canto bem, mas fui no grupo e ganhei);lembro-me de ir visitar a minha mãe ao hospital e do seu roupão vermelho; lembro-me de ter atirado a soca ao ar, partido o vidro do refeitório e de o meu pai ter de ir à escola; lembro-me dos ralhetes que levava com tanta tropelia que fazia na escola - coitado do meu pai, passava a vida a ser chamado!-; lembro-me da primeira volta de mota que dei, à pendura e às escondidas; lembro-me de me fechar na despensa com a minha amiga e devorar-mos a caixa das bombocas sem que ninguém desse por ela (achávamos nós); lembro-me das obras em casa dos meus pais e termos cozinhar na sala; lembro-me do meu primeiro beijo; lembro-me do dia em que comecei a namorar com o meu namorado "à séria"; lembro-me de quando me casei; lembro-me de cada momento ao ter as minhas filhas; lembro-me das viagens que fiz; lembro-me das vezes que ria sem razão nenhuma; lembro-me dos falsos amigos que por mim passaram, marcaram e foram; lembro-me, lembro-me, lembro-me. Lembro-me de tanta coisa. Umas boas, outras menos boas e outras más.
Mas lembro-me. E não me quero esquecer. Pois cada lembrança destas fizeram parte de mim e construíram a minha vida ao longo destes 41 anos. 
E quero-me lembrar cada vez de mais coisas, boas e más. As más não se esquecem, podem apenas ficar guardadas, adormecidas. As boas fazem-nos andar para a frente e ter sempre um sorriso para dar.
E diz, quem me conhece, que sou uma pessoa alegre. E lembro-me muito disso quando estou menos contente.
Quando olho ao espelho, vejo 41 anos de vida. Rugas de expressão que tem cada uma um significado. Rugas que fazem a minha expressão, aquela que dou com todo o carinho a quem comigo caminha, ama e nunca me abandonou.
E hoje, dizerem-me "estás tão gira" faz-me sentir que cada ruga e cada lembrança valeram e valem a pena.
A vida é composta por lembranças. E nestes 41 anos tenho tantas que me deixam completa.
Adoro viver com cada um que comigo está.
Muito obrigada à vida.